quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008


Comprometi-me a mim mesmo, de minha própria autoria
a postar um poema de um assunto cavernoso e delicioso
Minha amiga Aninha que o diga... ela conhece os ponteiros do relógio
embaraçada ficou a história
embaraçada, em outra língua, sabe-se o que é
curiosa é persistência da espera
que entrementes
sofre e abre-se ao inesperado
Hoje sigo os passos do passado
passos nas trilhas entre moitas
atalhos
sensibilidade na pele da panturrilha
quem é pequena, sente e pede colo
quem já passou por ali
passa novamente, e vai até a água que canta
esse poema não é um código
muito menos um deslumbre
é apenas um tempo
a mais
no ponteiro que estancou.
A aranha da foz
(e suas milhares de irmãs, tranquilas em suas teias gigantescas)
esperavam a caça,
enquanto o turista alemão-brasileiro
encantava-se com a espera silenciosa
(e Fernanda assustava-se)
E o ponto crucial é esse
o amor não vai embora
o sofrimento...bom, esse velho companheiro tem seus ponteiros ajustados no alarme virtual
Alguém está sofrendo aqui?


2 comentários:

Profe Karen disse...

Senhor Louis, senhor Louis...
tsc tsc

Profe Karen disse...

Nem consegui te dar um boa noite decente. Então fica registrado aqui.
BONS SONHOS pra tu!
Dormido ou acordado. =)