
Comprometi-me a mim mesmo, de minha própria autoria
a postar um poema de um assunto cavernoso e delicioso
Minha amiga Aninha que o diga... ela conhece os ponteiros do relógio
embaraçada ficou a história
embaraçada, em outra língua, sabe-se o que é
curiosa é persistência da espera
que entrementes
sofre e abre-se ao inesperado
Hoje sigo os passos do passado
passos nas trilhas entre moitas
atalhos
sensibilidade na pele da panturrilha
quem é pequena, sente e pede colo
quem já passou por ali
passa novamente, e vai até a água que canta
esse poema não é um código
muito menos um deslumbre
é apenas um tempo
a mais
no ponteiro que estancou.
A aranha da foz
(e suas milhares de irmãs, tranquilas em suas teias gigantescas)
esperavam a caça,
enquanto o turista alemão-brasileiro
encantava-se com a espera silenciosa
(e Fernanda assustava-se)
E o ponto crucial é esse
o amor não vai embora
o sofrimento...bom, esse velho companheiro tem seus ponteiros ajustados no alarme virtual
Alguém está sofrendo aqui?
2 comentários:
Senhor Louis, senhor Louis...
tsc tsc
Nem consegui te dar um boa noite decente. Então fica registrado aqui.
BONS SONHOS pra tu!
Dormido ou acordado. =)
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