terça-feira, 8 de abril de 2008

Sol


Muitas vezes escrevi palavras felizes que, nas entrelinhas, carregavam a saudade. Outras vezes, as entrelinhas deixavam margem para sentimentos não muito dignos; outras vezes, palavras loucas jaziam na pedra fria... hoje, tenho consciência que as palavras não têm entrelinhas: elas sempre são o que são, vivas, carnudas, por vezes excêntricas, por vezes lúdicas, mas sempre palavras. Hoje, vislumbro o mesmo sol, o sol de sempre, que nasce e se põe. Ainda pairam nuvens, de vez em quando, e chove. E como é bom quando chove. O problema é que, quando chove, a gente tem a sensação que o sol não está mais lá. Que bobagem... Viva o sol, viva o girassol que mesmo na chuva segue o seu ritmo milenar!!!

Um comentário:

Profe Karen disse...

Esse sol tá brilhando tão forte, que o post ofuscou meus olhos!!!