quarta-feira, 7 de outubro de 2009

direitos humanos

Ontem um carinha foi sequestrado. Como alguns outros são todos os dias. Os sequestradores mandaram o carinha pro banco de trás e ficaram dizendo: "mata esse desgraçado se ele ratiar!". O cara ficou na dele, sacou a arma e queimou os dois. Correto. Eu queimava também. E dava um bico em cada um, depois. E dava mais um tiro ou dois porque sujaram o carro e fizeram eu sujar minhas calças.
Daí o pessoal dos direitos humanos chega lá e mete o pau no carinha: "pobrezinhos! não tiveram nem chance!" Ah pára! Quem sabe eles só iam dar uma voltinha de carro, quem sabe era só uma carona.
Que viagem. As coisas estão periclitantes.
Pobrezinhos. Que bom que foram pra banha.
Hora dessas escrevo um raciocínio sobre isso. Talvez um argumento. hahaha. Agora só vou deixar aqui pra não me esquecer.

2 comentários:

Louis Marcelo disse...

Pois é Jean... pra mim isso é uma questão complexa. Eu sou favoráravel da autodefesa. Certo. Se eu sou atacado, e eu tiver chance de vencer o inimigo, preciso contra-atacar e matar, se preciso for. Mas eu sou contra queimar os caras depois que eles atacaram e foram "pegos"... a gente não conhece a vida dos caras. Eles poderiam ser alguém muito próximos da gente, e daí? Porque os caras que fazem isso perderam muita coisa na vida deles. E a gente precisa da justiça. Isso sim é que tá uma bosta nesse país. Justiça é que tá faltando, e situações como estas ficam nas mãos de quem é atacado. Falta cultura, música e educação. Por isso a gente luta pela música, pra ter menos gente fazendo bobagens como essas....

Bruna Amaral disse...

Acho que não dá pra generalizar... hehe (como eu sempre digo). Não é o pessoalzinho dos direitos humanos; Isso é neofascismo, acredita. Ficou entranhada nos brasileiros essa idéia de "direitos humanos pra humanos direitos", mas isso é uma longa história. Uma hora a gente discute isso! Isso é autotutela, justiça pelas próprias mãos... é complicado, mas não sou extremista.