quinta-feira, 14 de agosto de 2008

mas uma dúvida não quer aquietar...

O que se passa com a Aninha????????

Posto ou não posto?

Fiquei pensando... posto ou não posto?
Posto ou não posto?
Posso ou não posso?
Pasta ou não passo?
Passa ou não pasto?

Na dúvida, não há luz no poste.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

kkkkkkkkkkkkkkk

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
como diz a aninha, to rindo que nem galinha, mas tudo bem!!!

JEAN e CLACS
quem tem que os amigos não postam mais?
Eles nos amam, tenha certeza disso....

veja, eu, no meio do grenal, to postando aqui!!!

bah... me puxei né....kkkkkkkkkkkk

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Arrã

Tô de mal. Não posto mais aqui. Ninguém posta. Ninguém comenta. Eu nem gosto de vocês mesmo. Eu tenho um video-game e um smartphone. Não preciso mais de amigos. Tchau pra vocês.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Como mamãe já dizia

Inverno.
Dias friozinhos.
Minha mãe diz: te agasalha guri! "Pára com o blues e põe logo um blusão!"
Quando eu começo a fungar (e isso é quase o tempo todo) ela sempre disse: "tem que comer Mel!"

Resolvi dar um jeito e aceitar já que todo mundo me que mãe sempre quer o nosso bem e tal.
Comecei a tomar café da manhã com Mel. Café da tarde com Mel. Até almoço com Mel. Sempre que possível eu janto também com Mel. Até dormir com Mel eu durmo!
Agora a gripe nunca mais me pega. Só Mel me pega. E de jeito.

E eu descobri que adoro Mel. Sou louco por Mel e não consigo ficar muito tempo sem. Tô tentando até carregar Mel pra cima e pra baixo pra tudo quanto é lugar que eu preciso ir.
Cinema, futebol (uau!), cervejada, bares, ônibus, restaurantes, shopping e o escambau.

Alguns amigos até já viram esse meu novo e saudável hábito. Saudável porque me faz um bem absurdo.

É muito bom a gente fazer o que gosta. Principalmente quando a gente agrada alguma mãe, né? Afinal, mãe é sagrado.

Descobri, nesse meio tempo e, acredito que talvez tenha a ver com Mel, que esse mundão pequenininho nem é tão idiota assim e que ainda tem bastante coisas pelas quais vale a pena.

sábado, 2 de agosto de 2008

cuba parte uno

Gentem... estoy aca....kkkk...
Pero no mucho...
Andam acontecendo coisas curiosas na minha vida. Acho que na vida de todos nós, se estamos de antenas ligadas.
Estive na terra dos último comunistas não capitalistas do mundo (sim, porque a China é um país comunista-capitalista). É uma terra encantadora, um pueblo sencillo... adorei demais...
Agora não vou postar muito, mas quero relatar sobre uma pessoa incrível que conheci. Uma mulher puro-sangue cubano, linda, exuberante.
Ela me ensinou mais uma coisa sobre o amor: "esperar".

Eu aprendi com ela o valor do que significa "esperar".

Bom.. por enquanto deixo no suspense... esperem....kkkkkk

domingo, 27 de julho de 2008

Centenas de contos felizes - parte II e IV

Vou dar um descanso pra tese agora, e falar um pouco de coisas boas =) Demorei pra aterrissar da viagem, e começar a trabalhar na tese. Mas é sempre bom relembrar, principalmente para compartilhar. Estou pseudo-inspirada, e quero falar de amor. E a parte da viagem nos Estados Unidos é muito propícia para isso. Bem, eu trabalhei um bocado por lá também, mas vou pular essa parte. Na verdade minha estadia nos eua se deu em duas parte, antes e depois da Europa, mas vou juntar tudo visto que meu objetivo não é ficar falando dos meus momentos românticos, e sim de ideias (abre parênteses: vou começar a escrever utilizando as novas regras do português, onde o trema não existe mais, e os ditongos abertos não são mais acentuados! Ana: não tenha um ataque cardíaco - fecha parênteses). Aliás, a Ana ainda lê isso aqui?

Como vocês já devem ter percebido nesse ponto do texto, objetividade não está sendo meu forte. Acho que toda minha objetividade está reservada pra tese. Mas vamos lá... obviamente não vai ser um texto sobre o amor do mesmo nível do texto do Louis, pois é só um compiladinho de algumas reflexões.

Tenho aprendido muito sobre respeito, coisas até assustadoras pra eu admitir. Respeito não é um conceito muito fácil por si só, principalmente em se tratando de pessoas de culturas diferentes. A diferença cultural entre o Ruben e eu não é tão grande como seria se ele fosse indiano, mas ainda assim tem pequenas coisas que fazem diferença. E tem as idiossincrasias de cada um, que são um bocado distintas. Enfim, nada melhor que uma pessoa bem diferente pra nos ensinar sobre respeito. Cuja presença deve ser constante: nas palavras, nas atitudes, na postura, no carinho, na espera, na impaciência... sempre! Algo que era pra ser tão fácil, por que se torna tão difícil? Alguém sabe me
explicar? Uma relação que é baseada no respeito e nas gentilezas não tem como ser diferente de maravilhosa - e isso vale pra qualquer tipo de relação, não apenas amorosa.

Aliás, agora falando especificamente de relações amorosas, gentileza e romantismo é tudo. Em ambos, homens e mulheres. Estou me tornando uma romântica à moda antiga, tanto que eu nem me reconheço mais em certos pensamentos (até casar eu quero agora!). E recomendo. É muito gostoso ter alguém que valoriza as palavras, as gentilezas, o cuidado. E o tem
po todo, não apenas em alguns momentos. Alguém que sabe que "eu te amo" não é bom dia, sabe mimar e ser mimado sem ser excessivamente pegajoso, leva o café da manhã na cama no domingo, e liga só pra dizer que está com saudade (sendo que vocês se viram naquela mesma manhã). Enfim, pequenas coisas que fazem a diferença. Então meu convite para meus amigos que lêem esse blog é: ROMANTIZEM sua relação. E compartilhem suas ideias aqui. =)

Pra finalizar esse post lacônico, queria dizer que já estou morrendo de saudade do meu pinguinito, que é uma pessoa que tem enriquecido muito minha vida, meus conceitos e minha postura. Alguém assim, pra compartilhar a vida inteira mesmo... (eu sei, estou podre de melosa... mas é que estou numa apaixonite agudis! se eu falasse mais como ele é fofo, vocês iam entender, mas aí seria um post insuportável).


A propósito, a foto acima dos dois descabelados foi tirada depois de um dia inteiro num parque de diversões com várias montanhas russas, feito duas crianças. E fica a dica: essa é uma das melhores coisas pra se fazer nos eua, é muito a fudê!
...
Desejo pra vocês um amor colorido como o meu!!!

BeijoKA

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Centenas de contos felizes - parte I

E agora Maria José? Depois de tanto tempo sem postar, começo por onde??? Quase perco a vontade de escrever, só de pensar em quanta coisa...
Enfim...
Ok, esse post será dedicado à viagem à Costa Rica que fiz recent
emente. Gostaria de compartilhar um resumo da ópera toda, mais com impressões, do que com fatos. Em futuros posts eu falo do restante: EUA, Itália e França. Então, vamos lá!

COSTA RIQUÍSSIMA

Em se tratando de amor, foi a maior loucura que já fiz na vida. Chegar num país estranho, ficar na casa de pessoas estranhas (no sentido de desconhecido, é claro) no meio da "escrivinhatura" da tese, gastando uma grana
que eu não tinha disponível, só pra fazer uma surpresa pro Félix. Mas digo, valeu a pena! Foi lindo, emocionante, romântico, cute cute, foi tudo!!! Como pode ser conferido no vídeo no youtube. E todo o resto da viagem foi nesse clima de romance, coisa mais linda de se ver. hehe

O país me lembrou muito o Brasil, em vários aspectos, principalmente o social. E embora de uma forma geral me pareceu mais pobre, o contraste é menor. Menos violência e pessoas morando na rua do que por aqui. O povo é muito hospitaleiro, os ticos (é como os costa-riquenhos se auto-denominam - já pensaram besteira, né!) são muito simpáticos e alegres. A língua é o espanhol, e é até fácil compreender pois o sotaque não é muito forte. Só tem que aprender as gírias, porque assim como "tico", quando alguém fala "a la punheta"
não tá falando palavrão! =)

A natureza é linda, muito verde e animais, afinal é um país tropical. Possui 4% da biodiversidade do planeta com uma área de 51mil km quadrados (enquanto só o nosso estado tem 281mil km quadrados). Loucura, né?
Eu particularmente fiquei encantada com a cor e a diversidade das flores. Também nunca vi tanto beija-flor junto, e tão pecurruchos. E cada fruta diferente, que nem sabia que existia! Falando em comida, adorei a cozinha tica. Tem um quê de brasileira, com arroz e feijão, mas um modo de preparo e tempero bem diferente. Muy rico!!!

E de tudo, o que eu mais gostei mesmo foram as pessoas que conheci. Esse foi o maior tesouro da viagem. Tanto a família da minha amiga Lorelly, quanto a família do Félix foram maravilhosos comigo. Todas minhas experiências confirmam que a melhor parte de qualquer viagem são os novos amigos que fazemos. E no meu caso, também, a nova família que adquiri.

Fora isso, eu e o Félix viajamos por uma região muito bonita, que se chama Monteverde, e fizemos canopi lá (que é uma coisa difícil de explicar aqui, por isso tem a foto ali embaixo). Também fomos em uma praia do pacífico chamada Conchal, onde ao invés de areia têm-se infinitas conchinhas no chão. Lindíssima! E lá andamos de jet ski, que devo dizer é uma
loucura!!!!!!!!!!! Muito bom mesmo, até pra uma medrosa da água como eu.

Por fim, fui visitar um vulcão, o primeiro da minha vida. Me emocionei, é claro, porque eu sou uma emocionada. Nunca vi uma paisagem como aquela, principalmente a cor da água do fundo do vulcão (inativo é claro). Fiquei muito impressionada.

Muitas fotos dessa viagem e das outras estão no meu álbum do Picasa, pra quem tiver saco de conferir.

E pra finalizar, recomendo que coloquem a Costa Rica na lista dos lugares pra visitar. De preferência já vão juntando uma grana desde já porque o meu casamento vai ser lá, numa praia do Pacífico (porque dizem os nativos, que as praias do Pacífico são mais bonitas que as praias do Caribe - acreditem se quiser!). E quem sabe, eu até vá morar lá numa casinha cor-de-rosa no interior... quem me viu e quem me vê!!! hehe

E como se diz por lá: PURA VIDA!!!!!

Besos, Kacita.

domingo, 13 de julho de 2008

amar é...

Oi galeraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.........

Resolvi falar sobre o amor... Eu, que tantas vezes falei: "EU TE AMO"... acabo por descobrir, que EU TE AMO não se fala assim, ao vento... EU TE AMO, tem um endereço certo!!!! Primeiro passa-se pelo amor próprio! Aleluia. Parece tão simples, mas amar-se a si mesmo não é tão simples. Carece de voltas e voltas que o mundo teimosamente dá...

Mas vamos lá... Abaixo, um texto sobre o amor!!!!

O amor não é pergunta nem resposta.
O amor é aquilo que faz você ser o que você é e o que você nunca imaginava que seria.
Amor não é liquidação: não encontra-se em qualquer promoção a qualquer preço ou propaganda. Não se ama quando se está com raiva de outra pessoa... embora raiva e amor estejam por um fio de distancia... mas não são a mesma coisa... porque o amor não suporta o ódio. Mas o aceita, como ele é.

Amor, em várias culturas, tem diferentes conotações. Na nossa, tá marcado pelo estigma holliwodiano... "vai ter um final feliz..." e nesse estigma podre, as novelas imitam os brothers: todo mundo casa no final da novela...
Amor não é casar. Nem é separar. Amor é foda. Nos dois sentidos. Não existe manual de instruções e não está nas cartilhas dos entendidos em qualquer coisa. Amor tá na pele, e são poucas peles...e está, sinceramente, no processo... amar... é ir além do momento presente... tem que valorizar o que se foi, e o que se almeja...

Para amar tem que transar... na na na...Sexo é um pedaço do amor. Mas não é tudo. Tem gente que ama e não transa. Eu conheço vários que amam e não transam. E tem gente que faz sexo sem amar.. o mais comum dos prazeres... Sexo, é um detalhe animal....kkkkkkkkk

Amor não é ciúmes doentio. Mas quem ama exala os elementos químicos que provocam os transeuntes.... e causa problemas... amar, chama a atenção dos deprimidos...Então, amar requer ciumes sim.. requer posse... mas mais que posse... requer confiança que você é mais forte que teus produtos exalados... aí, muita gente cai do cavalo... pq o cheiro animal (falei do sexo antes...) fala mais alto em alguns casos... Mas o ciúmes é um controlador muito natural. Totalmente perfeito. Um mal necessário.

Amor é um estado de surdez para o mundo. Quando vocÊ esquecer de escovar os dentes, lembre-se, você pode estar amando...

Quando a gente ama de verdade, a gente não sabe o que fazer, mas faz tudo para descobrir o que fazer. Quando a gente ama, a gente percebe que a gente é um cisco num paiol. Quando a gente não ama, a gente acha que é o paiol...

Amar não é nada e é tudo. É a complexidade de todas as físicas e teologias num único copo, girando pra cair na boca dos desavisados. Amar de verdade, faz você pensar 1000 vezes e tomar a decisão contrária ao que vocÊ pensou...e mesmo quebrando a cara, você insiste, pois, o amor é seu patrão.

E pra finalizar...Amar, mesmo, de verdade, só se ama uma única vez. Discordo do Raulzito

Amar, mesmo, é só uma vez! Porque temos só uma vida, e somos unicamente unos, no meio de outros...

Agora, não me perguntem se eu sei o que eu sinto. Eu não sei. Mas eu amo. A razão (se é que consigo separar razão do que eu sinto...) é parceira, sabia, mas precisa de uns "paratequieto" de vez em quando...

Eu simplesmente sinto. E amo.

Beijo na bunda e até segunda!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Vida Líquida

Aeeeee.... ressuscitando então Cla??? kkkk...
Muito bom... desejo que risques mais coisas da tua agenda, e que acrescentes sempre coisas boas na tua vida.
Aliás, riscar é um termo interessante. Porém já é anacrônico.
Antigamente a gente riscava (eu me considero do tempo de antigamente, afinal, eu já era grandinho quando os cabeças começavam a mexer em pcs...) um nome da agenda, riscava um compromisso feito, riscava com giz no chão pra jogar amarelinha (sim... eu jogava amarelinha. Na minha terra isso não era coisa de gays, eu brincava com meninos e meninos...kkkk).
Hoje, a gente não risca mais. Hoje, a gente deleta. Apaga do harddisk.
Curioso. Eu li um livro na última semana, denso, mas excelente, e estou me tornando fâ do Bauman. A reflexão dele é pertinente. O título do livro: "Vida Líquida". Ele analisa a nossa sociedade pós-moderna. A sociedade moderna ainda é sólida, e a pós, é líquida, baseada em vidas que não se apegam mais em nada: nem em empregos, estudos, relacionamentos. Hoje tudo corre desenfreadamente, na vida líquida, para o fundo do esgoto e termina sei lá aonde...
Tudo é fácil de deletar, de excluir. Até hoje, não excluí ninguém do orkut, mas começa a dar vontade as vezes... kkkk... mas já fui excluído, já fui deletado.. minhas palavras foram vistas e analisadas como palavras ao vento, e muitas palavras que li também, considerei descartáveis, sem sentido, sem utilidade na rapidez que vivemos o dia a dia...
Bom, resumo da ópera... talvez minhas palavras aqui nesse blog não sejam tão felizes quanto eu gostaria que fossem, mas tenho analisado esse aspecto do sólido-líquido... Eu sou moderno. Não sou da pós.
Mas vivo na pós. E os conflitos que vivo, intensmente, são reflexo dessa doidera, de perder amigos de vista, de deixar escapar oportunidades de estudo, de sonhar com relacionamentos impossíveis... Mas, ao mesmo tempo, ser moderno, pra mim hoje, significa, acima de tudo, valorizar ETERNAMENTE o que é mais sagrado: minha filha, meus amigos, minha própria história musical e na Igreja. Chamar-me-ão de cafona. Ok. Podem fazer isso a vontade. Mas trilho passos para a solidez da vida. Sempre aberto ao imponderável, mas cada vez mais seguro (sólido) do que preciso e quero para viver....

Beijo na bunda e até segunda!!!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Nenhuma das anteriores

Oi guris e gurias!

Neste últimos meses, eu não viajei pra Costa Rica, não assisti o cantor do "Don't worry... be happy" e infelizmente não cantei no recital da guriazinha pequenina, bonita e competente (apesar de ter participado de muitos ensaios). Porém, eu resolvi uma pedência de mais de 5 anos: fiz uma cirurgia muito necessária (remoção de um cisto pilonidal)! Não entrarei em detalhes sobre o procedimento, nem cicatrização, nem das piadinhas infames que ainda tenho que ouvir (né, Jean?!) e muito menos dos opiácios que tive que tomar pra dor (se bem que essa parte daria um bom post, né, Jean?!).
A esta altura todos devem estar se perguntando: afinal sobre o que é esse post "idiota" então (né, Jean?!)?
Nada demais amiguinhos... é apenas pra dizer que estou feliz por riscar itens da lista de coisas por resolver (esse era dos grandes) e que de alguma forma isso está me dando possibilidade de riscar mais uns quantos.
Ah, também queria comentar que ontem a Aninha me levou pra passear! Pode parecer bobo ler isso, mas vocês não tem idéia do quanto é bom poder aos poucos sair de casa de novo (a cirurgia foi dia 26 de maio, fiquei um booooom tempo de molho em casa...) e reencontrar amigos queridos!! Ahh, falando em amigos queridos: hoje a Ka me disse que retorna pra Porto na quinta-feira!! Eeeeeehhh!!! Logo poderemos finalmente reunir os palavratoriadores deste blog!
Ai, ai, que saudades da era dourada deste blog!! Vamos gente, escrevam!! Vençam a inércia!
abraços pra todos

segunda-feira, 30 de junho de 2008

eu vi

Sexta passada eu pude assistir o Ars Vocalis. Tava muito bom. Matou a pau.. Deu até uma vontadezinha de cantar com eles. Até porque quem regeu foi uma guriezinha bem pequenininha e bem bonitinha. Contudo, bem competente. Não que eu pense que moças bonitas não podem ser competentes. É que eu pensava que elas só podiam ter algumas competências! Ruá ruá ruá (risada maléfica)!
Na verdade, pensei que - com certeza - é muito melhor cantar olhando pra uma gatinha que cantar olhando pro Louis (é nessas horas que a gente enfia a cara na partitura e azar do intérprete! ruá ruá ruá!).
Enfim, terminando esse baita "post", espero que tenha conseguido gerar polêmicas o suficiente pra esse blogue ter em breve alguns posts de regentes canhotos feios de bom gosto pra repertórios ou de moças bonitas ou, ainda, das competentes.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Uma boa surpresa

Esses dias passei no brique e vi o Zé da Folha. Gente finíssima e muito competente, por sinal, toca seu violãozinho com umas cadências supersupimpas, uma alpargata com uma meia-lua cheia do estilo e sopra/toca/escroca (não sei qual é o verbo) aquela folha com técnicas de vários instrumentos timbrando aquilo dum jeito muito interessante. Vi ele fazer até frulato, muito usado em flauta, imagino. Tri louco!
A questão é que - ao invés de dar dinheiro pra ele lá no brique - comprei um ingresso pra assistí-lo ontem lá no teatro do bourbon country. Ele é muito bom!
Ele até tinha uns convidados que me impressionaram muito como a Adriana Deffenti que - além de ser amigona duma colaboradora desse bloguito também gosta de Eduardo Dusek, que eu sei. O fato é que essa guriazinha matou a pau. Muito boa ela. Que voz linda e como canta bem! Valeu a pena.
Ainda tinha um outro convidado (provavelmente um grande amigo do Zé, como ele mesmo disse)que chama alguma coisa como Bobby Emicí Ferrin.
Daí eu pensei: tamo feito né, agora começa o funk. Esse MC aí deve ser bom. Daí alguém me disse que era tipo um outro DJ famoso, o tal de DJ Avan.
Tá. Daí o negãozinho entrou no palco - que tinha só uma cadeira - de jeans e camiseta, com um microfone na mão. Sentou e começou a cantar.
É. O cara começou a cantar. E eu descobri que Deus, quando criou Bobby McFerrin, disse: "esse eu mesmo vou cuidar".
Gurizada, eu tinha no conceito de "cantar" alguma coisa como uma escala de, sei lá, zero a cem. O cara me fez perceber que tem como fazer mais. Chega a ser ridículo. Ele canta o que ele quiser e ponto. Sei lá como é que ele pensa aquilo tudo. Ele deve pensar na harmonia, sei lá. Em suma, a escala provavelmente vai de zero a quinhentos milhões. Eu que só conhecia até o cem.
Afora isso, também fiquei abismado com a platéia: todo mundo tri afinado! Nunca vi isso! O cara mandava o pessoal da direita cantar uma coisa, o da esquerda outra e ficava bem aceitável! Muito impressionante. Sem contar que, quando ele foi embora e pedimos bis, o sujeito voltou e disse: "vocês querem perguntar alguma coisa?" A gurizada perguntou um monte de coisas, ele respondeu e depois cantou, a pedidos, o prelúdio em dó do Bach, enquanto a platéia cantava a Ave Maria de Gounod. E bem direitinho!
É. Valeu o show do Zé da Folha. Conheci, de pertinho (ou nem tanto né) o tal de Bobby McFerrin. Carinha bom esse.

Saudades desse pessoalzinho que não posta mais...
Um beijão e/ou um abração pra todos.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

A maior das aventuras

Como dizia alguém que eu não lembro quem: o maior dos riscos é não viver.

Minha vida ultimamente tá uma loucura completa. E no próximo mês, assim continuará. Não vou fazer do blog, um diário, portanto, só quero dividir percepções.

Estou me sentindo muito viva, com o sangue pulsando na veia, e sentindo a adrenalina que pode ser, viver. Adquiri o hábito de agradecer, todos os dias, pelas coisas boas que estão acontecendo na minha vida. Pedir menos, reclamar menos, agir mais e agradecer mais. Às vezes eu sinto como se só estivesse aprendendo a viver agora, quase chegando nos trinta... (bem, nunca é tarde demais pra aprender a lição, certo?)

E acho que estou me tornando devota. =)

terça-feira, 3 de junho de 2008

A águia que quase virou galinha

Amigas e amigos, quero partilhar essa história, bolada pelo Rubem Alves, que há muito tempo não caia em minhas mãos. Ela nos faz pensar, e no meu caso, me faz feliz. Para mim, são palavras felizes. Beijo no coração de vocês!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

"Então, havia uma vez uma águia que morava num galinheiro. Ela não sabia que era águia. Vivia como galinha. Tinha as manias das galinhas. Em vez de fugir pelo buraco na tela que a raposa deixava, ela teimava em organizar as galinhas para pedir ao dono do galinheiro que ele arrumasse a tela. Certa vez, um alpinista passou por ali. E viu a águia. E iniciou uma conversa com ela. Mas ela não quis acreditar que era águia. Era mais cômodo ser galinha. A conversa não teve fim. Não houve jeito. Então, o alpinista pegou um saco e roubou a águia dali. Levou-a ao cume mais alto da região, e abriu o saco. Ela começou a cair. E sentiu o maior medo de sua existência. Mas, de repente, suas asas começaram a se soltar, e ela pode finalmente voar, pela primeira vez. E pode observar, por outro ângulo, o galinheiro, aquele espaço que por tanto tempo acreditava ser o seu lar. "

terça-feira, 27 de maio de 2008

à sombra de uma mangueira


Nascem novas palavras
penumbras em meio aos sons e sabores do cotidiano

Nascem conquistas, desejos
alguns sonhos se vão, outros renascem...

Um vai e vem interminável, de bonanças e dissabores
queria ter a maturidade de um sexagenário
para enxergar o passado com olhos do futuro...

mas preciso deixar o tempo agir, e eu
dar um passo atrás do outro.

terça-feira, 20 de maio de 2008

mais palavras

Estou como a Cla.
As palavras não aparecem.
Será que as palavras só aparecem quando algo não está bem?
Ou será que as palavras aparecem por puro capricho?
Ou será que não temos mais tempo mesmo?
Chega de perguntas
Chega de palavras...
Preciso de recuperar dessa infecção que me derrubou, e que me faz ir para a cama agora,
para poder curtir um belo feriadão, na mais bela companhia,
numa das mais belas regiões de nosso estado...
Cla: como foi o ensaio ontem? Tubo belê?

Beijos para vocês

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Ah! esse blog!



Saudade de um blog que muito me fez companhia... em muitas noites vazias, e em manhãs felizes.

Saudade boa...

terça-feira, 13 de maio de 2008

tá.. é bobinho, eu sei!! =)

Olá meus caros,

Sei que é uma pouca vergonha da minha parte passar tanto tempo sem postar e chegar aqui só pra postar uma coisa "aparentemente" bobinha! Mas, acreditem, o link abaixo pode ser muito útil para momentos de altíssimo stress (hihihi) e de quebra é ecologicamente correto:

http://www.danpat.fi/janne/flash/kuplamuovi.swf

Ah.. reparem que tem a opção "maniac mode", minha predileta!

Divirtam-se durante a semana!!

beijãozão

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Uma grande amiga minha, que não vejo há séculos, mandou esses poemas de Adélia... e, como a Lady chegou, achei oportuno posta-los nesse blog cor de rosa...hehehehe....bem vinda linda amiga. Sábado, Marilise e eu apareceremos depois de um casório chique....beijos


Explicação de poesia sem ninguém pedir

Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica,
mas atravessa a noite, a madrugada, o dia,
atravessou minha vida,
virou só sentimento.
Adelia Prado, in Bagagem

Paixão

De vez em quando Deus me tira a poesia.
Olho pedra, vejo pedra mesmo.
O mundo, cheio de departamentos,
não é a bola bonita caminhando solta no espaço.
Adelia Prado, in Poesia Reunida


Ensinamento

Minha mãe achava estudo
a coisa mais fina do mundo.
Não é.
A coisa mais fina do mundo é o sentimento.
Aquele dia de noite, o pai fazendo serão,
ela falou comigo:
"Coitado, até essa hora no serviço pesado".
Arrumou pão e café ,
deixou tacho no fogo com água quente.
Não me falou em amor.
Essa palavra de luxo.
Adelia Prado