Eu sempre me vivi.
Mãe e irmãos sempre tiveram a mesma distância de idade em relação a mim.
Meu irmão grandão sempre foi grandão pra mim, até quando não era.
É difícil de acompanhar e visualizar o físico do passar dos anos.
Meu irmão grandão tocava na banda Sucata.
Aos dez anos comecei a freqüentar bares noturnos... para assistir aos shows da Sucata, junto com minha mãe. (Isso já me bastou de vivência de bar para o resto da vida, aliás.)
Acabo de ver um vídeo de um dos shows. Minha mãe tinha a idade aproximada que meu irmão grandão tem hoje. Ele, por conseqüência, tinha o físico semelhante ao que seu filho tem hoje.
Que experiência bizarra a invenção da gravação de imagens!
Que pulo repentino à outra realidade, que tu já conheceste mas está tão distante.
Que curtição!
segunda-feira, 21 de abril de 2008
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2 comentários:
Tu tá se puxando né Ana!
Estes teus últimos posts estão muito show. Adorei esse, e revivi junto contigo essa emoção de reviver o passado. =)
Quem tem um bom passado, e sabe valorizar a riqueza do mesmo, do que aprendemos, do que vivemos, é uma pessoa feliz. Negar o passado é negar o presente, é negar a vida.
Mas às vezes é um pouco triste né, melancolico... é triste a beleza da eterna mudança das coisas... que é a única verdade! Tudo muda!!!
Só o que está morto não muda!
(bah, essas minhas filosofrias davam quase um poste hehehe)
Tudo muda!
Até Ber muda!
haha, eu sou hilário!
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