O dia morreu, e a lua esplêndida apareceu. Esplendor na cidade perdida. O frio penetrava nas artérias sem pedir licença, mas minha alma transbordava! A lua estava tal como poesia no céu, e eu, com todos meus deveres cumpridos. Alguém tinha que tomar conta de mim, e tinha que ser eu. A lua observava indiferente, e continuava a iluminar os caminhos dos bem-aventurados e malditos. Poucos reservavam para si, o secreto prazer de admirar o velho, com olhos de novidade. Até naquela cidade perdida e fedida, feita de cimento e carvão, era possível admirar.
A noite desceu para desfilar no gelo. Ela pedia por atenção, e desafiava os transeuntes.
Mas a lua... ah a lua... estava esplêndida.
A noite desceu para desfilar no gelo. Ela pedia por atenção, e desafiava os transeuntes.
Mas a lua... ah a lua... estava esplêndida.
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