-- Escrito na madrugada de 19 para 20 de janeiro de 2008 --
Disseram que a novidade era o máximo. Mas ninguém sabia que existia algo melhor. O espanto. O espanto com o novo era melhor que a novidade em si. E o novo, pode ser só a nova pedra no meio do mesmo caminho...
O dia despertou preguiçoso, numa cidade distante, que ninguém ouvia falar. Mas a preguiça era acompanhada de uma sensação gostosa de que ali começava uma nova era. Depois da noite anterior, nada mais seria igual. A cidade distante não seria só mais uma cidade distante. As ruas, não seriam mais comuns a qualquer olhar. A noite anterior fez com que despertasse no dia, mais que o próprio dia, mas uma luz tão peculiar, que parecia eterno entardecer. O dia correu suave, morno, embora a brisa gelada esfriasse o rosto. O sol estava lá, sorrindo impunemente como se pudesse começar a pensar em viver feliz pra sempre. Isso já não era uma utopia, mesmo estando ele tão distante, e por horas, tão sozinho. Que mesmo ele, como sol, mergulhasse em profunda escuridão por vezes. Mas a noite anterior assinou um atestado incontestável de que dali pra frente, tudo seria vivo. E cada dia seria o mais feliz, até então.
O acordar seria sempre um despertar. Despertar para a vida, para o novo, para a mudança, para o simples, para o pulsar e a respiração. A noite voltou de mansinho, pra conferir se tudo estava acontecendo como ela havia previsto, e lá estava a confirmação. Sim, sim tinha sido maravilhoso! Assim, a noite abençoou o dia.
Disseram que a novidade era o máximo. Mas ninguém sabia que existia algo melhor. O espanto. O espanto com o novo era melhor que a novidade em si. E o novo, pode ser só a nova pedra no meio do mesmo caminho...
O dia despertou preguiçoso, numa cidade distante, que ninguém ouvia falar. Mas a preguiça era acompanhada de uma sensação gostosa de que ali começava uma nova era. Depois da noite anterior, nada mais seria igual. A cidade distante não seria só mais uma cidade distante. As ruas, não seriam mais comuns a qualquer olhar. A noite anterior fez com que despertasse no dia, mais que o próprio dia, mas uma luz tão peculiar, que parecia eterno entardecer. O dia correu suave, morno, embora a brisa gelada esfriasse o rosto. O sol estava lá, sorrindo impunemente como se pudesse começar a pensar em viver feliz pra sempre. Isso já não era uma utopia, mesmo estando ele tão distante, e por horas, tão sozinho. Que mesmo ele, como sol, mergulhasse em profunda escuridão por vezes. Mas a noite anterior assinou um atestado incontestável de que dali pra frente, tudo seria vivo. E cada dia seria o mais feliz, até então.
O acordar seria sempre um despertar. Despertar para a vida, para o novo, para a mudança, para o simples, para o pulsar e a respiração. A noite voltou de mansinho, pra conferir se tudo estava acontecendo como ela havia previsto, e lá estava a confirmação. Sim, sim tinha sido maravilhoso! Assim, a noite abençoou o dia.
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