Não vou falar que estou super feliz, porque isso vocês já sabem.
Não vou falar de flores, porque já estou me sentindo muito melosa com essa história toda.
Escolhi falar de um aprendizado doloroso do final de semana (sim, mesmo um final de semana fantástico como o que eu tive, pode ter tido seu momento triste. Já disse que a vida não é propaganda de Doriana?).
(...)
As pessoas vem e vão da nossa vida. Isso é fato. Mas tem certas pessoas que a gente não espera que "escolham" sair da tua vida, assim, sem mais nem menos, sem aviso prévio. A primeira coisa que vem na cabeça é: "o que eu fiz?", ou "o que eu não fiz?". Não obstante, a resposta é apenas o eco... afinal, precisa de uma razão, realmente?
Aprendi que não posso esperar dos outros, o tipo de atitude que eu teria.

Todos são livres pra ir e vir. Despedidas são tristes, de qualquer forma. E assim se recicla a vida. Aprender a dizer "adeus", mesmo quando não é permitido o abraço de despedida, é um grande aprendizado. Se derramam algumas lágrimas, e a vida segue em frente. E nós, mais fortes.
"Adios amigo! Deseo que encuentres la felicidad."
Por isso eu digo: quando a gente se encontra, até o ruim é bom.
E tem horas que a gente se sente mesmo um barco ancorado, sem a opção de navegar... mas sempre haverá um lindo pôr-do-sol pra admirar.
Um comentário:
Eu já disse adeus também, mas menti, porque não consigo dizer adeus. Eu tb não recebi um abraço de despedida. O que ficou, foi um olhar choroso no portão. Mas ficaram lições. 1) sem abraço, tenho que buscar aqui in myself como aprender a reabraçar. 2) Leva um tempo, também estou aprendendo...
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