sábado, 21 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
A sorrir
A sorrir eu pretendo levar a vida
pois chorando eu vi a mocidade perdida.... (não lembro de quem é essa música, acho que é do Cartola)
Pois então, eu só queria postar hoje, domingo de manhã, que a vida sorri, e eu também...
Sorriam, queridos... sorriam!!!
pois chorando eu vi a mocidade perdida.... (não lembro de quem é essa música, acho que é do Cartola)
Pois então, eu só queria postar hoje, domingo de manhã, que a vida sorri, e eu também...
Sorriam, queridos... sorriam!!!
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
36
Bom dia pessoas queridas.
Então. Estou de volta ao batente. Passei duas semanas desligado de internet e também do celular, por incrível que pareça. Foi bom ter trocado de número no fim do ano. Ninguém me encontrou e eu também não encontrei ninguém.
Comemorei meus 36 passando a meia noite num dos bares mais tradicionais da zona sul de Floripa, onde deixamos bilhetes para quem quiser ler. É o bar do Arantes, onde quem passa, deixa seu post ou comentário real (não é um blog, mas parece). No dia 30 Meni e eu fizemos uma trilha num dos morros de Floripa até chegar na Lagoinha do Leste. Não teve bolo nem vela. Comemos massa ao alho e óleo. Tomamos banho na Lagoinha. Poucas pessoas naquele paraíso, alguns surfistas que vinham de barco, porque o acesso é pela trilha ou por barco. No sábado, pude ver, depois de muito tempo, um nascer do sol inesquecível. Passamos o dia sem fazer nada, tentamos pescar, mas estava difícil conseguir iscas. Toquei violão, nadamos na lagoa, entramos no mar que gelava os ossos. Não tínhamos mais comida. Compramos dois sanduíches com o dinheiro em mãos. A água vinha da bica. No domingo, não tínhamos pernas para voltar na trilha, porque levamos muita tralha. Pegamos uma lancha que cruzava as ondas fortes que quebravam na praia. Voei três vezes da lancha, e, para minha surpresa, apesar do medo, eu não tive medo. Depois a lancha nos largou no barco, que nos levou até o Pântano do Sul. Era 01 de fevereiro, e assistimos a prossissão de Nossa Senhora dos Navegantes. Pescadores e pessoas simples reverenciando a protetora da vida deles. Meni e eu tínhamos conosco um anjinho, que ganhei de minha tia querida da Alemanha. Ele também nos protegia. Depois ainda, encontramos a amiga Sandra que ficou conosco em todos os outros dias, onde conhecemos muitas praias. For fim, conhecemos o Vale da Utopia. Um lugar que todos devemos conhecer, e que eu quero voltar. Fica na praia do Maço, na Pinheira.
Aqui escrevi um relato muito singelo. Na verdade, não posso descrever o que foi esse tempo curto que passou. Eu apenas posso dizer que estou diferente. E também estou igual.
Isso é o mais curioso de tudo. Estou pronto para os 37.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Pensar não adianta nada
Eu devia estar contente porque eu tenho um emprego, posso me matricular numa universidade que com certeza foi feita pra ricos, sou o dito cidadão quase respeitável e ganho uma merreca por mês.
Talvez eu devesse ser normal. Levantar de manhã, tomar café e banho, escovar os dentes e bater o ponto e fazer minhas tarefas burocráticas e almoçar e trabalhar direitinho sem destaque nem advertências e bater o ponto e ir embora e ver novela e dormir e acordar e seguir com toda essa baboseira para o todo sempre a caminho de mais uma vida disperdiçada.
Acho que eu só queria ser comum agora. Não me preocupar com o bem das pessoas que eu nem conheço. Não me preocupar com colegas. Nem com as pessoas queridas que me farão falta porque a convivência provavelmente diminuirá geometricamente. Pessoas que me ensinaram um monte de coisas. Pessoas que deram risada comigo dos fatos são absurdos/engraçados/tristes porque não podemos melhorar o que a gente quer ou gostaria de melhorar.
Talvez eu não deva estudar; foi apenas mais uma peça aplicada pelo Destino. Talvez eu nem sirva pra isso mesmo. Afinal, tem tanto doutor por aí, com menos da minha idade. Tantos outros bacharéis ou mestrandos ou aspirantes a uma vida acadêmica que não se sentem "dignos" de serem chamados de Mestres ou de Doutores por acharem que esse tipo de conhecimento ou título só devia ser dado pra alguém que realmente viveu e tem a bagagem para tal: tanto a acadêmica quanto aquela que a gente chama de extra-classe. Talvez eu só deva cumprir o meu papel nada especial e me conformar com tudo o que acontece.
Tenho certeza já há muito de que quando deram o New Game da minha vida escolheram o modo Very Hard. Por que não podia ser mais fácil? Só um pouquinho. Eu não queria um modo de trapaça. Só queria que fosse um pouquinho mais fácil. Não muito. Só um pouquinho.
Pode ter sido um anjo safado que veio quando eu nasci.
Tô cansado. Tá foda.
Mas eu dô um jeito. Sempre deu certo, né. Hora dessas eu me arrumo.
Espero que me entendam. As pessoas de quem gosto, que andam por perto, que convivem comigo: me desculpem. Às vezes eu sou um chato. Não é por mal. Acho que é por pensar demais. E eu sempre me fodo porque penso demais. Pensar não adianta nada. Pra quê? Ninguém quer que gente como eu pense. Gente como eu tem que entender que não manda nada. Talvez, se eu tiver sorte, alguém roube alguma idéia minha e faça bom uso dela. E receba todos os méritos, é claro. Ainda assim vou ficar feliz já que, afinal, gente como eu quando pensa, pensa para o bem dos outros.
Tudo tri então. Não queria incomodar.
Tô bem. Só queria escrever um pouco.
Té.
Talvez eu devesse ser normal. Levantar de manhã, tomar café e banho, escovar os dentes e bater o ponto e fazer minhas tarefas burocráticas e almoçar e trabalhar direitinho sem destaque nem advertências e bater o ponto e ir embora e ver novela e dormir e acordar e seguir com toda essa baboseira para o todo sempre a caminho de mais uma vida disperdiçada.
Acho que eu só queria ser comum agora. Não me preocupar com o bem das pessoas que eu nem conheço. Não me preocupar com colegas. Nem com as pessoas queridas que me farão falta porque a convivência provavelmente diminuirá geometricamente. Pessoas que me ensinaram um monte de coisas. Pessoas que deram risada comigo dos fatos são absurdos/engraçados/tristes porque não podemos melhorar o que a gente quer ou gostaria de melhorar.
Talvez eu não deva estudar; foi apenas mais uma peça aplicada pelo Destino. Talvez eu nem sirva pra isso mesmo. Afinal, tem tanto doutor por aí, com menos da minha idade. Tantos outros bacharéis ou mestrandos ou aspirantes a uma vida acadêmica que não se sentem "dignos" de serem chamados de Mestres ou de Doutores por acharem que esse tipo de conhecimento ou título só devia ser dado pra alguém que realmente viveu e tem a bagagem para tal: tanto a acadêmica quanto aquela que a gente chama de extra-classe. Talvez eu só deva cumprir o meu papel nada especial e me conformar com tudo o que acontece.
Tenho certeza já há muito de que quando deram o New Game da minha vida escolheram o modo Very Hard. Por que não podia ser mais fácil? Só um pouquinho. Eu não queria um modo de trapaça. Só queria que fosse um pouquinho mais fácil. Não muito. Só um pouquinho.
Pode ter sido um anjo safado que veio quando eu nasci.
Tô cansado. Tá foda.
Mas eu dô um jeito. Sempre deu certo, né. Hora dessas eu me arrumo.
Espero que me entendam. As pessoas de quem gosto, que andam por perto, que convivem comigo: me desculpem. Às vezes eu sou um chato. Não é por mal. Acho que é por pensar demais. E eu sempre me fodo porque penso demais. Pensar não adianta nada. Pra quê? Ninguém quer que gente como eu pense. Gente como eu tem que entender que não manda nada. Talvez, se eu tiver sorte, alguém roube alguma idéia minha e faça bom uso dela. E receba todos os méritos, é claro. Ainda assim vou ficar feliz já que, afinal, gente como eu quando pensa, pensa para o bem dos outros.
Tudo tri então. Não queria incomodar.
Tô bem. Só queria escrever um pouco.
Té.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Mesa de família
Sábado à tarde chuvoso em Jardim Atlântico.No centro da mesa, um pote cheio de lápis coloridos, maravilhosos.
Ao redor da mesa, 6 adultos brincavam de colorir, de criar ou apenas curtir tudo isso.
Heca, dona da casa, com seus versos brotando enlouquecidos, escrevia uma nova letra para uma música de Chico Buarque que mereceu um dos prêmios da "XXVIII Barrifórnia da Canção Familiar Barro-pretense".
Paula estudava concentrada em seus livros de Medicina, com lápis a colorir suas informações em destaque.
Dois desenhos foram coletivos. Maria e eu alternamos os riscos, viagens, papéis e cores para criar sem temer interromper a idéia uma da outra. Não podíamos ter medo nem pena de estragar o que já estava feito. Cada traço era uma novidade e dava asas a novas histórias que nunca terminavam, não fosse por nossas barrigas que exigiram o encerramento da atividade para satisfazê-las.
Foi uma experiência supernova pra mim. Nunca tinha brincado de desenhar. Pra não dizer nunca, acho que devo ter feito isso no Jardim de Infância.
Márcia dizia não saber desenhar e fez um desenho supercolorido e bonito. Saiu de fininho, deixou a arte ali e nem disse nada.


Joana era a mais familiarizada... com desenvoltura começou a traçar linhas que se tornaram suaves ondas que foram preenchidas com um colorido intenso. De cada cantinho arredondado surgiam flores, folhas, borboleta e, no meio de toda beleza, uma menina sentada que vivia tudo aquilo com todos os seus sentidos.


Joana era a mais familiarizada... com desenvoltura começou a traçar linhas que se tornaram suaves ondas que foram preenchidas com um colorido intenso. De cada cantinho arredondado surgiam flores, folhas, borboleta e, no meio de toda beleza, uma menina sentada que vivia tudo aquilo com todos os seus sentidos.Esta menina surgiu para fazer parte da minha vida. Ela me acompanhará em minha casa, todos os dias.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Fora da ordem
Preciosos
Se encontram numa sorveteria. Ponderam o que é mais importante dos seus afazeres. Um de nós está de passagem na cidade e temos pouca chance de charlar.
Temos algumas tarefas na rua a cumprir. Ok, vamos todos juntos.
Calor de mais de 30º C. De tardezinha. O que fazemos agora?
Um pulo na piscina do sítio, antes que o sol se ponha.
Uma de nós precisa ir. Outra nos encontra e junta-se a nós.
Ela tem 26 anos, recém, há pouco mais de um ano, fez um implante que a permite escutar.
O sítio está bonito. A água está gostosa. As brincadeiras, divertidas. A companhia, maravilhosa.
"Que som é este?" Pergunta a menina que está descobrindo coisas que até então não tinha ouvido.
E vamos para um mundo de descobertas, onde ouvimos, mostramos, cheiramos, tateamos no escuro para achar o caminho de volta no mato.
Pausa no andar para apenas sentir.
Cigarras, grilos, cachorros, sapos.
Vagalumes, pirilampos, lua crescente, estrelas.
Mãos dadas, segurança, confiança, paz.
Pessoas do bem, pessoas especiais. Momento mágico.
Obrigada! Precisamos repetir!
sábado, 24 de janeiro de 2009
um pouco de descanso
Galerinha amada!
Estarei ausente nos próximos dias. Serão férias maravilhosas. Praia, agito e também um pouco de mata e praia, sem luz elétrica. Até lampião já consegui. Ficarei pouco tempo fora, depois eu volto à rotina. Para quem estiver em Porto, já estou agendando o dia 06/02 para meu aniver. Talvez, eu ainda não tenha chegado dia 06, mas estou reservando assim mesmo. O boteco eu aviso depois, mas certamente, será na Down City em POA. Beijos mil e que toda a sorte dos planetas do céu e dos planetas da terra** estejam com vocês!!
Abraços!!!
(** Eu tenho uma teoria: certamente, no menor grão de areia, existe um bilhão de constelações. Neste bilhão, deve haver um sistema solar, e pelo menos um planetinha habitado. Ali tem gente que deseja sorte para as pessoas de bem de nosso mundão de Deus!!! hehehehehehe...)
Estarei ausente nos próximos dias. Serão férias maravilhosas. Praia, agito e também um pouco de mata e praia, sem luz elétrica. Até lampião já consegui. Ficarei pouco tempo fora, depois eu volto à rotina. Para quem estiver em Porto, já estou agendando o dia 06/02 para meu aniver. Talvez, eu ainda não tenha chegado dia 06, mas estou reservando assim mesmo. O boteco eu aviso depois, mas certamente, será na Down City em POA. Beijos mil e que toda a sorte dos planetas do céu e dos planetas da terra** estejam com vocês!!
Abraços!!!
(** Eu tenho uma teoria: certamente, no menor grão de areia, existe um bilhão de constelações. Neste bilhão, deve haver um sistema solar, e pelo menos um planetinha habitado. Ali tem gente que deseja sorte para as pessoas de bem de nosso mundão de Deus!!! hehehehehehe...)
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Ócio
Vamos lá... janeiro é hora de colocar tudo em dia, de organizar armários, papeladas, idéias (ainda vou escrever idéia com acento... um dia eu mudo), e tentar ajeitar o máximo de coisas para começar o ano zeradinho.Chegou a hora dos sapatos!
Sei que é total falta de ter o que fazer alinhá-los e contá-los!! Mas é que eu, como um ser que acha que se veste sempre igual, me surpreendi ao perceber que tenho TRINTA pares de sapatos!!
Tudo bem, em resumo eu poderia dizer que realmente me visto sempre igual, porque tenho sete pares de tênis All Star, alpargatas e pantufa eu só uso em casa, sapato de concerto é preto e nem dá pra notar a diferença entre eles porque ninguém olha, sandália e chinelo eu praticamente não uso e, quando uso, até ouço comentários das pessoas...
Trinta pares... e não vou me desfazer de nenhum, não. Eu uso todos eles. Talvez um chinelo de couro que tem a sola meio dura. Alguém quer? Número 38/39. Tá novinho...
domingo, 18 de janeiro de 2009
Cotidiano...
Tô escrevendo aqui porque acordei faceiro hoje. Lembrei de que vou pra praia. De férias. Uma semana. Que beleza. E vou com vários amigos incluindo nossa colega de blog Claconilde, vulgo Clacs.
Daí, conversando com ela sobre vestibular e outras amenidades, lembrei também da semana de provas quando precisei ficar esperando pra que abrissem os portões enquanto ouvia duas pessoas conversando:
-Vai voltar pra física?
-Arrã. Voltar a estudar duma vez e tentar terminar esse curso logo, e tu? Pensei que já tinha te formado.
-Bá, não. Falta um pouco ainda. Tô fazendo o vestibular porque vou ser jubilada/expurgada da ufrgs.
-Hummm, legal. Quem é que tem de bom dando aula lá?
-Olha: tive aulas com blablabla, nhenhénhé (não reparem, não conheço os nomes, então soa assim pra mim) e também com a Ana Carolina.
-Essa eu não conheço.
-Ah, essa é uma moça novinha assim, sabida, e beeem querida.
Daí eu disse, me enfiando na conversa tal qual um bêbado simpático:
-Bá, essa é mesmo. E ela ainda tem mais um monte de qualidades...
Lembrei também de que tem uma coisa ruim pra falar: ela não escreve no PalavratórioS.
Mas concordei e tinha certeza de que era a Ana Carolina que eu conheço porque nunca tinha pensado numa definição tão boa pra essa guria: moça sabida e beeeem querida. hahaha.
Boa praia pra mim. Parabéns pra mim e boa praia pra Clacs.
Daí, conversando com ela sobre vestibular e outras amenidades, lembrei também da semana de provas quando precisei ficar esperando pra que abrissem os portões enquanto ouvia duas pessoas conversando:
-Vai voltar pra física?
-Arrã. Voltar a estudar duma vez e tentar terminar esse curso logo, e tu? Pensei que já tinha te formado.
-Bá, não. Falta um pouco ainda. Tô fazendo o vestibular porque vou ser jubilada/expurgada da ufrgs.
-Hummm, legal. Quem é que tem de bom dando aula lá?
-Olha: tive aulas com blablabla, nhenhénhé (não reparem, não conheço os nomes, então soa assim pra mim) e também com a Ana Carolina.
-Essa eu não conheço.
-Ah, essa é uma moça novinha assim, sabida, e beeem querida.
Daí eu disse, me enfiando na conversa tal qual um bêbado simpático:
-Bá, essa é mesmo. E ela ainda tem mais um monte de qualidades...
Lembrei também de que tem uma coisa ruim pra falar: ela não escreve no PalavratórioS.
Mas concordei e tinha certeza de que era a Ana Carolina que eu conheço porque nunca tinha pensado numa definição tão boa pra essa guria: moça sabida e beeeem querida. hahaha.
Boa praia pra mim. Parabéns pra mim e boa praia pra Clacs.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
torpor

dia corrido
gravações pesadas
energia sugada
casa bagunçada
computador lento
vizinho barulhento
presente a ser comprado
formatura de amigo
olhos fechando
cabeça caíndo
pernas formigando
barriga roncando
recepção da formatura
restaurante lotado
acústica bandida
barulho, muito barulho
comida gostosa
barriga cheia
tudo pesando
conversas atordoando
olhos fechados
sono batendo
pessoas vão para longe
cochichos no recinto
desejo de um aconchego
lembranças gostosas
carinho com toque leve
sensação gostosa no braço
sorriso no rosto
vou me chegando
"para beber, mais alguma coisa, senhora?"
garçon me cutucando
acordo num pulo
tava quase no colo dele!
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
estamos aí
Queridos e queridas.
Quero compartilhar com vocês que, de algum jeito, o tempo passou, e algumas limpezas aconteceram, por minha própria força, e outras, naturalmente, se esvairam pelo bueiro. É incrível a boa sensação que estou vivendo agora. Por enquanto, sem querer arranhar o disco, sinto-me um homem em paz. Havia muito tempo, isso não ocorria.
Por enquanto, quero postar apenas isso. E também um pequeno video das minhas pequenas férias de fim de ano, que estavam maraaaa....heheheheheh..
Quero compartilhar com vocês que, de algum jeito, o tempo passou, e algumas limpezas aconteceram, por minha própria força, e outras, naturalmente, se esvairam pelo bueiro. É incrível a boa sensação que estou vivendo agora. Por enquanto, sem querer arranhar o disco, sinto-me um homem em paz. Havia muito tempo, isso não ocorria.
Por enquanto, quero postar apenas isso. E também um pequeno video das minhas pequenas férias de fim de ano, que estavam maraaaa....heheheheheh..
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Figurinha!!
Mig é um guri que está prestes a cumprir oito anos. Sempre curtindo nossos ensaios e querendo participar. Musical, talentoso. Assim como lê muitos livros e escreve suas histórias num blog http://www.historiasmiguel.blogspot.com/
o pai adverte "ele já sabe ler partituras, viu?!"
Em cima do armário da casa da mãe, estava pacientemente parado o contrabaixo 1/16 predestinado ao meu filho, que sequer sonha com o dia em que virá à Terra.
Num de nossos ensaios, lá estava Mig com uma curiosidade imensa e a carinha de que aquilo realmente seria uma idéia que poderia ser levada adiante...
Hoje então aconteceu o primeiro encontro dos dois pequenos. Me pareceu um encontro feliz e jeitoso. Espero que daí resulte uma boa amizade!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Foto de criança
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Galinhas!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Meu mundo cor-de-rosa morreu
Um quadro, uma pintura muito linda, nasceu numa parede feia da minha casa.
Nasceu tímido, mas cresceu rápido e forte. E mesmo depois de grande, continou crescendo. Ficando cada vez maior e mais vaidoso.
Foi tapando outros buracos da parede, e cicatrizes ficaram pra trás.
O cinzenta do concreto foi sendo substituído por um colorido vivo. As cores estavam cada vez mais vibrantes.
E o quadro ia tornando o meu lar cada vez mais lindo. De uma beleza tão incrível que eu mal acreditava que era possível que aquilo estivesse acontecendo de verdade. O quadro era surreal demais. Aquela beleza era surreal demais.
Mas estava ali e parecia sólido. Parecia verdadeiro.
Mas um dia, apareceu uma pequena mancha. Uma mancha que eu não quis notar, porque a beleza era tamanha, que a pequena mancha não tinha importância. Mas com o passar dos dias, rapidamente, a mancha cresceu, e naquela proporção eu não poderia mais evitá-la. E eis que vou ver do que se trata. Chego perto, e a toco. Então, como que por mágica, nesse instante, a pequena mancha se espalhou, como um vírus, de uma forma tão rápida que destruiu por quase completo a beleza do quadro. E depois, algumas horas depois, o quadro se tornou transparente, evidenciando uma parede branca, ainda cheia de buracos, rachaduras e infiltrações, porém com uma beleza característica diferente. A parede havia se modificado e se tornado orgulhosa de si mesma. Descobri que essa era a verdadeira natureza da pintura, e modificar a parede era o seu propósito.
Ainda é possivel perceber pequenos traços de beleza no quadro transparente, se fizer um esforço. Mas cada dia que passa, ele vai sumindo mais um pouquinho. Deixando a beleza apenas na lembrança. E na parede.
Nasceu tímido, mas cresceu rápido e forte. E mesmo depois de grande, continou crescendo. Ficando cada vez maior e mais vaidoso.
Foi tapando outros buracos da parede, e cicatrizes ficaram pra trás.
O cinzenta do concreto foi sendo substituído por um colorido vivo. As cores estavam cada vez mais vibrantes.
E o quadro ia tornando o meu lar cada vez mais lindo. De uma beleza tão incrível que eu mal acreditava que era possível que aquilo estivesse acontecendo de verdade. O quadro era surreal demais. Aquela beleza era surreal demais.
Mas estava ali e parecia sólido. Parecia verdadeiro.
Mas um dia, apareceu uma pequena mancha. Uma mancha que eu não quis notar, porque a beleza era tamanha, que a pequena mancha não tinha importância. Mas com o passar dos dias, rapidamente, a mancha cresceu, e naquela proporção eu não poderia mais evitá-la. E eis que vou ver do que se trata. Chego perto, e a toco. Então, como que por mágica, nesse instante, a pequena mancha se espalhou, como um vírus, de uma forma tão rápida que destruiu por quase completo a beleza do quadro. E depois, algumas horas depois, o quadro se tornou transparente, evidenciando uma parede branca, ainda cheia de buracos, rachaduras e infiltrações, porém com uma beleza característica diferente. A parede havia se modificado e se tornado orgulhosa de si mesma. Descobri que essa era a verdadeira natureza da pintura, e modificar a parede era o seu propósito.
Ainda é possivel perceber pequenos traços de beleza no quadro transparente, se fizer um esforço. Mas cada dia que passa, ele vai sumindo mais um pouquinho. Deixando a beleza apenas na lembrança. E na parede.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Concurso
Triste sim. Infeliz não.
Queridos amigos e amigas
Só queria dizer que, embora eu não esteja alegre e saltitante, eu continuo sendo feliz.
Em inglês, isso não faz muito sentido. Mas em português faz, e muito. =)
Afinal, pra nós, tristeza e infelicidade não são a mesma coisa.
Minha felicidade não depende de outra pessoa ou coisa exterior a mim, desde meados de 2007. Foi algo que eu conquistei com muitas lágrimas e um tempo precioso, portanto não existe nada nem ninguém que vá me tirar isso, nem agora nem no futuro.
A vida ensina MUITO àquelas pessoas que estão dispostas a aprender. Eu sou uma crianca nesse sentido e estou sempre aberta e disposta a crescer com o aprendizado, e no momento só posso dizer que são nas crises que eu dou saltos quânticos. Além do mais, são nesses momentos que meu amor próprio também dá saltos quânticos. =)
E eu ainda sou minha melhor companhia.
Espero que a força que eu sinto agora, continue me acompanhando ao longo dos próximos dias. E que meus amigos, que também são parte dessa força, não encham o saco com o meu disco arranhado. Aliás, aproveito pra fazer uma declaração de amor aos meus amigos: AAAAAAAMMMMMMMMMOOOOOOOO MUITO VOCÊS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Beijos beijos beijos
Ka
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Tattoo
Estou então falando com Daianne, amigona, e digo, da tattoo. Ela diz, "ué, o marido da Nina é tatuador, fala com ele". Diz aí se não é o universo conspirando?
Fui, marquei e fiz. E amei! Será que sou a única tatuada do blog?
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Vida boa!
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